Primeiro de abril é o dia da mentira. Para Jair Bolsonaro, todo dia é primeiro de abril. Primeiro de abril em 64, com o golpe militar que prometia trazer a democracia de volta. Dia da mentira em 2020, em que o presidente da república minimiza a pandemia de coronavírus, que já fez milhares de vítimas no mundo todo. Acrescenta-se a isso o fato de que ele continua estimulando as pessoas a saírem de casa e está consolidada a distopia que a gente só lia em livro ou via em filme.

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Para o povo brasileiro também, todo dia é primeiro de abril
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Porque parece que todo dia é dia de cair em uma pegadinha nova. 
Na noite de 31 de março, Jair Bolsonaro fez um pronunciamento (quase) comedido sobre o coronavírus. O mais próximo do decente que vimos nos últimos tempos. Mas em primeiro de abril já estava fazendo a alegria do picadeiro montado para sua claque em Brasília. O juízo não durou 12 horas.

Por isso, ouvimos a médica infectologista Ana Lúcia Didonet Moro, que fala sobre os erros e acertos das autoridades brasileiras. Participam os jornalistas Geórgia Santos, Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol. Você também pode ouvir o episódio no SpotifyItunes e Castbox

Geórgia Santos
Author

Jornalista, radialista, cientista política e uma viajante inveterada. Tem uma relação de amor com a comida. Gringa, não recusa um vinho e uma polenta. Fez da viagem um objetivo de vida. Lisboa é um dos seus lugares preferidos no mundo, embora as melhores histórias estejam na Itália.

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