Nesta semana, o jogo do certo ou errado. Começamos por estratégias de campanhas que não incluem debates ou confrontos, passamos pelo desabafo de Dilma e chegamos à vida fácil de Bolsonaro. Quem erra e quem acerta na política brasileira?

Depois de não participar dos debates da eleição de 2018, Jair Bolsonaro repete a dose. O agora presidente e candidato a reeleição se dedica às lives, sem filtro e sem contestação. Ou seja, mais do mesmo. Ele não se expõe à questionamentos e, assim, fica menos vulnerável. A novidade de 2022 é que essa também parece ser a estratégia do candidato do PT. Luiz Inácio Lula da Silva não aceitou participar das sabatinas da Globonews, por exemplo, e agora fica a dúvida se comparecerá aos debates ao longo da campanha.

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Ele está certo? Há quem diga que sim, há quem diga que não. E a gente, é claro, vai dar esse pitaco

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Mas o jogo do certo ou errado não para por aí. A semana na política brasileira foi agitada. O ex… presidente … Michel Temer deu uma entrevista em que disse que a ex-presidenta Dilma Rousseff é uma mulher honestíssima. Ela respondeu: ‘Não use minha honestidade para aliviar sua traição’. E então, ela fez bem ou pode ter atrapalhado a campanha de Lula?

E continuando a brincadeira, ainda tem uma articulação para tornar Bolsonaro um senador vitalício e o pedido de arquivamento das conclusões da CPI da Pandemia. Bom, essas duas últimas é bem fácil de responder se é certo ou errado.

A apresentação é de Geórgia Santos. Participam Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol. Você também pode ouvir o episódio no Spotify, Itunes e Castbox.

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Jornalista, radialista, cientista política e uma viajante inveterada. Tem uma relação de amor com a comida. Gringa, não recusa um vinho e uma polenta. Fez da viagem um objetivo de vida. Lisboa é um dos seus lugares preferidos no mundo, embora as melhores histórias estejam na Itália.

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